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Significação das palavras


Sarita Erthal | 09:05 |


Palavra (ou todo signo linguístico) = significante (a forma) + significado (a ideia, o conceito). 


A palavra sapo tem como significante as letras s-a-p-o e os fonemas /s/ /a/ /p/ /o/ e como significado animal anfíbio. Isso não quer dizer, porém, que esse significado seja exclusivo dessa palavra e vice-versa. A mesma ideia pode ser expressa por palavras distintas:



sapo = batráquio


Uma mesma palavra também pode ter diversos significados:
   Foi preciso engolir sapos para manter a paz. 

   (Ninguém está afirmando literalmente que os batráquios desceram goela abaixo.) 


Significante é a forma, a parte concreta da palavra, suas letras e seus fonemas: 



   Adoro sorvete de manga.                            Rasguei a manga da camisa.


Significado é o conteúdo, a parte abstrata. É a ideia, o conceito transmitido pela palavra:

Ele ficou pálido ao receber a notícia. 

Ele ficou lívido ao receber a notícia. 

As duas palavras grifadas têm o mesmo significado, porém dois significantes diferentes. O significado pode ter origem na monossemia ou na polissemia. 


Monossemia e polissemia


Monossemia: monos = um; semia = significado


São palavras que têm um só significado. Isso dificilmente acontece, uma vez que o significado é passível de interpretações variadas. 


Em princípio, as palavras técnicas são monossêmicas:
logaritmo, manganês, decassílabo


Num texto literário, qualquer palavra pode ganhar outros significados:

"Onde queres o ato eu sou o espírito
E onde queres ternura eu sou tesão
Onde queres o livre, decassílabo 
E onde buscas o anjo sou mulher [...]“
                                          Caetano Veloso – O querer 

Nesse contexto, decassílabo ganha como significado a ideia de tradicional, bem-comportado ou organizado, entre inúmeras outras possibilidades de interpretação.



Polissemia: poli = muitos; semia = significado 


Fenômeno pelo qual uma palavra vai adquirindo vários significados. Estes, em geral, têm algo em comum. A cada um deles dá-se o nome de acepção: 

cabeça une-se ao tronco pelo pescoço.
Ele é o cabeça da rebelião.
Sabrina tem boa cabeça.


Origem da polissemia


Metáfora: a palavra ganha outro significado devido a uma relação de semelhança:
pé da mesa; o da montanha (por sua semelhança com o  humano) 


Metonímia: a palavra adquire outro significado devido a uma relação de implicância:
lanterninha do cinema  (o funcionário usa uma lanterninha)




A passagem de um termo da linguagem específica para a linguagem comum:
Parênteses  (sinal de pontuação) - Colocar parênteses nesta explicação (interrupção)


A passagem de um termo da linguagem específica para a linguagem específica:
Veja esta pilha de papel. (reunião de objetos superpostos)  
O carrinho é movido a pilha. (gerador de corrente elétrica)


A polissemia possibilita que se tenha, com uma pequena quantidade de palavras, um grande número de significados. Mas favorece riscos, também, como o de ambiguidade e o de imprecisão. Se o contexto não for suficiente para determinar o significado da palavra, é bem melhor trocá-la por outra de significado mais definido:
Marcos é uma pessoa difícil.

A frase é muito vaga porque a palavra difícil sugere várias interpretações, como irritadiço, tímido ou ocupado. Nesse caso, o melhor é usar outra palavra. No entanto, se for preciso manter a original, é aconselhável contextualizá-la:
Marcos é uma pessoa difícil: não come enlatados, detesta congelados e não admite comida requentada. 


Sinonímia, homonínia e antonímia

Sinonímia:  sin = união; onoma = nome

Fenômeno pelo qual duas palavras possuem significados equivalentes ou semelhantes, ou seja, são sinônimas. Uma pode substituir a outra num mesmo contexto:


Só um bom sabão garante a brancura dos lençóis.
Só um bom sabão garante a alvura dos lençóis.

Caminham, andam, marcham - são palavras que podem ser usadas como sinônimos.

É muito raro encontrar sinônimos perfeitos, que possam ser utilizados em qualquer contexto. Cada um deles expressa um matiz diferente, seja de significado, seja de valor estilístico:

admirado, espantado, chocado

Essas palavras podem ser usadas como sinônimos, mas cada uma expressa uma intensidade diferente.


Origens da sinonímia 


Por empréstimos de palavras estrangeiras:
Meu chofer conhece bem as ruas do centro. / Meu motorista conhece bem as ruas do centro.




Pelo uso comum de palavras técnicas ou da linguagem específica:
Vou fazer um hemograma. / Vou fazer um exame de sangue.





Por diferentes registros de linguagem:
espalhar a notícia — (coloquial)
divulgar a notícia — (formal)
propalar a notícia — (erudito)


Homonímia:


homo = igual; onoma = nome 
Duas palavras de origem e significado diferentes coincidem quanto à pronúncia:
pena (pluma), pena (dó)


Possibilidades de homônimas
Homófonas, quando a coincidência é de pronúncia:
sírio (da Síria), círio (vela)
Homógrafas, quando a coincidência é de grafia:
sede (necessidade de beber), sede (casa central, matriz)


Atenção: nem sempre é possível distinguir a homonímia da polissemia. No caso das homônimas, tratam-se de duas palavras. No caso das homógrafas, trata-se de uma palavra com dois significados.

Para estabelecer uma diferença, é preciso levar em conta a etimologia da palavra (o que nem sempre é possível) e outros dados subjetivos, como o grau de diferença dos significados.

Antonímia: 

anti = oposição; onoma = nome 

É a propriedade que duas palavras possuem de se oporem quanto ao significado. São antônimas:
Ir / voltar  -  nascimento / morte


Os antônimos podem apresentar diversos  graus de oposição:

Antônimos complementares, quando a afirmação de um supõe a negação do outro:
par/ímpar  -  gordo/magro

Antônimos recíprocos, quando as duas palavras supõem-se mutuamente:
perguntar/responder - vender/comprar


Antônimos graduais, quando entre as duas palavras existem outras de grau intermediário: 
quente/morno  -  temperado/frio

A antonímia também é definida pelo contexto. Assim, na canção de Caetano Veloso, O Querer, anjo é antônimo de mulher. Em outros contextos, as duas palavras podem ser sinônimas.


Quanto à forma, os antônimos podem ser:


Léxicos: 

Se têm radicais diferentes: claro/escuro - bom/mau


Gramaticais: Se a oposição é expressa por meio de prefixos: arrumar/desarrumar  - incluir/excluir



Significante
Significado
Exemplo
Monossemia
Um só
Um só
Esôfago
Polissemia
Um só
Diversos
Linha (costura); linha (trem)
Sinonímia
Dois ou mais
Igual ou semelhantes
Correto, certo
Homonímia
(homógrafas)
Coincidente quanto à grafia
Diferente
Manga (fruta), manga (camisa)
Homonímia
(homófonas)
Pronúncia igual, escrita diferente
Diferente
Laço (nó), lasso (frouxo)
Antonímia
Dois significantes
oposição admitindo graus intermediários
Comprido (médio) curto
Complementa-ridade
Dois significantes
oposição; a afirmação de um supõe a negação do outro
Leve - pesado
Reciprocidade
Dois significantes
um não tem sentido sem a existência do outro
Enviar - receber

Ortografia


Sarita Erthal | 00:21 |


Ortografia é “memória visual”
por Sérgio Nogueira


     O nosso sistema ortográfico vigente é o de 1943. Sofreu uma pequena reforma em 1971. Agora temos outra que já está valendo desde 1º. de janeiro de 2009.
     Até 31 de dezembro de 2012, teremos uma fase de adaptação em que as duas grafias deverão ser aceitas: estreia/estréia; tranquilo/tranqüilo…
     Como ortografia se sabe mesmo é por “memória visual”, é bom irmos nos acostumando às novas regras.
     É importante lembrar que o nosso sistema ortográfico é fonético e etimológico, ou seja, levamos em conta a pronúncia das palavras e a sua origem.

     Para quem nunca se deu conta, a letra H inicial só existe por questões etimológicas. Mantêm o H aquelas palavras que já apresentavam a letra H na sua origem: hoc die (= este dia, em latim) > hodie (daí hodierno = atual, moderno) > hoje. Certamente você nunca perdeu o sono por não saber por que HOJE tem H e ONTEM não tem.
     O que faz você saber se uma palavra começa por H ou não é a “memória visual”. Sabemos muito bem como se escreve aquela palavra que se lê muito, que se escreve seguidamente e que se usa com muita frequência.
         A mesma explicação vale para o dígrafo SC. Essa dupla de letras que representa um único fonema (como se fosse /s/) só foi mantido em nosso idioma por razões etimológicas. Mantivemos o dígrafo SC em português nas palavras que já o apresentavam em latim: piscis (= peixe, em latim) > pisciano (= quem nasce sob o signo de peixes); piscicultura (= cultivo de peixes); piscina, piscoso…
        É isso aí. Memória visual é fundamental para sabermos ortografia. Ler é tudo de bom.


Principais dificuldades ortográficas


r ou rr
s ou ss
m ou n
am ou ão
e ou i
e ou ei
o ou u
o ou ou
eu ou el
ou ou ol
s, ss, c, o, sc, x, xc (fonema /s/)
s, z, x (fonema /z/)
x ou ch
g ou j


r e rr

r
Equivale a /R/
• no início de palavras: roda, rico,
• depois de consoante: honra, bilro
Equivale a /r/
• entre vogais: ferida, moral


rr
Equivale a /R/
• entre vogais: ferro, morrer


s e ss

s
Equivale a /s/
• no início de palavras: sapo, solidão
• depois de consoante: pensar, bolsa
Equivale a /z/
• entre vogais: casa, pesado
• na palavra obséquio e no prefixo trans: transatlântico, trânsito, transe


ss
Equivale a /s/ 
• só é usado entre vogais: pêssego, miss


e e i

e
Prefixo ante (antes): antepasto, anteontem
• Prefixo des (ação contrária): despentear, desarrumar
• Ditongos nasais ãe, õe no final de palavras: mãe, põe
• Formas do subjuntivo dos verbos terminados em oar e uar: perdoe, ressoe, continue, atue 


i
Prefixo anti (contra): antiaéreo, antinatural
• Prefixo dis (perturbação): disfunção, disenteria
• Presente dos verbos em air, oer, uir: cai, sai, remói 


Atenção: Os verbos em iar fazem o presente em io: propicio, asfixio, negocio com exceção de mediar, ansiar, incendiar, odiar e derivados: medeio, anseio, incendeio, odeio.
Escreve-se com:
e aperitivo, bexiga, cadeado, corpóreo, desfrutar, empecilho, encorpar, irrequieto, lêndea, marceneiro, penico, pedinte.
i → aborígine, casimira, corrimão, crânio, criar, criação, criatura, dilapidar, incorporar, meritíssimo, pátio, pontiagudo, privilégio, requisito.


Formas parônimas de e e i

E
I
deferir (conceder)
diferir (diferenciar)
descriminar (isentar de crime)
discriminar (separar)
delatar (denunciar)
dilatar (ampliar)
despensa (onde se armazena)
dispensa (licença)
emergir (flutuar)
imergir (afundar)
emigrar (sair de seu país)
imigrar (entrar noutro país)
eminência (importância)
iminência (proximidade)



o e u

o
Quando na palavra primitiva já havia ão ou om:
feijão/feijoada, montão/amontoar, som/soar, ressoar, sabão/ensaboar 
Quando na palavra primitiva já havia o:
mosquito (mosca), sortir, sortimento (sorte),engolir (gole), esgoelar (goela)


u
Nos ditongos iu, eu, que terminam verbos no passado: viu, resolveu, partiu, saiu 


Escreve-se com:

→ agrícola, botijão, coruja, estorricar, explodir, focinho, moringa, orangotango, poleiro.
→ bueiro, bujão, camundongo, curinga, cutia, cutucar, escapulir, jabuti, rebuliço, tabuleiro

Atenção: Escreve-se com ou e não com o: besouro, cenoura, ceroula, crioulo, frouxo, lantejoula, lavoura, pelourinho, roubar, tesoura, tesouro, vassoura. 


Formas parônimas de o e u

O
U
comprimento (medida)
cumprimento (saudação)
comprido (longo)
cumprido (do verbo cumprir)
soar (fazer som)
suar (transpirar)
sortir (abastecer)
surtir (resultar)



eu, ou ou el, ol


  • eu, ou 
 São, por natureza, ditongos fechados: meu, judeu, roubo 
Finalizam verbos no passado: comeu, resolveu, achou, esperou



  • el, ol
Têm som aberto e nunca finalizam verbo: anel, papel, bedel, farol, anzol


s ou ss (fonema /s/)

Em substantivos derivados de verbos existe correlação entre:
nd > ns: compreender/compreensão, distender/distensão
rg/rt > rs: imergir/imersão, divertir/diversão
pel > puls: expelir/expulsão, compelir/compulsão
ced > cess: ceder/cessão, conceder/concessão
prim > press: reprimir/repressão, suprimir/supressão
gred > gress: progredir/progressão, agredir/agressão


Atenção: A terminação ção é muito mais frequente do que são ou ssão: formação, ampliação, instrução, punição, petição, solução, reclamação, canção. 

c ou ç (fonema /s/)

Vocábulos de origem árabe, tupi e africana: açúcar, muçulmano, araçá, Iguaçu, paçoca, miçanga
• Sufixos ação, aça, aço, ecer, iça, ice, iço, ício, nça, uça, uço: reação, barcaça, ricaço, fortalecer, carniça, doidice, caniço, fictício, festança, carapuça, dentuço
• Após ditongos: coice, beiço, arcabouço, louça
• Correlação t > ç, c: ato/ação, canto/cancioneiro, ereto/ereção, isento/isenção
• Exceção: dissentir/dissensão e a correlação rt > ers: divertir/diversão


Atenção: O uso dos cx e xc é determinado por regras complexas que exigem um bom conhecimento, no mínimo, de latim clássico e um estudo aprofundado de cada caso.   


Formas parônimas com c e sc, c e s, ss e ç, s e x:

acender (tornar aceso)
ascender (elevar-se)
censo (recenseamento)
senso (juízo)
cerrar (fechar)
serrar (cortar com serra)
conserto (reparação)
concerto (espetáculo musical)
cessão (do verbo ceder)
seção (departamento)
espiar (olhar)
expiar (reparar, resgatar)
incipiente (principiante)
insipiente (ignorante)


z e s
Z (fonema /z/):  

Sufixos ez/eza, formadores de substantivos a partir de adjetivos: macio/maciez, surdo/surdez, nobre/nobreza
Sufixo izar, formador de verbos: real/realizar, capital/capitalizar, moderno/modernizar, anarquia/anarquizar 
Exceção: catequese/catequizar; batismo/batizar
Porém: análise > analisar
As terminações triz: atriz, bissetriz, meretriz
Formas dos verbos com z: fiz, fazem, diz, dizem, produz, reluz
Como consoante de ligação antecedendo sufixos ada, al, eiro, inho: guri/gurizada, café/cafezal, caqui/caquizeiro, flor/florzinha 

Atenção: No plural de diminutivos formados por zinho, mantém-se o z: anãozinho/anõezinhos; animalzinho/animaizinhos .


z e s 
s (fonema /z/):  

Sufixos ês/esa, acrescidos a um substantivo e indicando origem e/ou título de nobreza:camponês/camponesa, holandês/holandesa, chinês/chinesa,
marquês/marquesa, burguês/burguesa
Sufixo oso, formador de adjetivos: bondoso, preguiçoso, saboroso, mafioso
Terminações ase, ese, ise, ose: metástase, síntese, mesóclise, metamorfose
Depois de ditongo: coisa, causa, pouso, lousa
Formas dos verbos querer e pôr (e derivados): pus, puseste, compuseram, quis, quiseste, quisemos, quiseram.


Quando usar s (fonema /z/):

Além desses casos, vale a regra geral, ou seja, se a palavra primitiva já tiver s, não há por que trocá-lo por z:
   Luís + inho > Luisinho
   análise + ar > analisar 


x (fonema /z/) 
Nas palavras iniciadas por e: exame, exílio, exato, exemplo, execrável, existir 

Derivados desses vocábulos: examinar, inexistente, inexato 
Exceções: esôfago, esotérico


Escreve-se com s e z:

s → aliás, analisar, anestesia, artesão, através, aviso, brasa, casaco, defesa, fase, frase, gasolina, improviso, liso, parafuso, paralisar, precisar, querosene, represa, três, vaselina, visar.
z → arroz, azedo, azia, batizar, buzina, capaz, deduzir, deslize, dúzia, enfezar, fazenda, foz, horizonte, prazer, prejuízo, proeza, razão, traduzir, vez, vizinho, vozes.


Formas parônimas com s e z ou x:

coser (costurar)
cozer (cozinhar)
esotérico (hermético)
exotérico (aberto a todos)
hesito (do verbo hesitar)
êxito (sucesso)
presa (do verbo prender)
preza (do verbo prezar)
trás (atrás de)
traz (do verbo traz)



x e ch

Depois de ditongos: faixa, peixe, trouxa
Exceção: recauchutar (de cautchu, borracha)
Depois da sílaba en: enxame, enxerga, enxugar
Exceção: encher e derivados de palavra primitiva com ch: encharcar (charco), enchumaçar (chumaço)
Vocábulos indígenas, africanos e traduzidos do inglês: abacaxi, xavante, muxoxo, xerife, xampu
Depois da sílaba me: mexer, mexerica, mexicano
Exceção: mecha


Escreve-se com x e ch:

x → bexiga, bruxa, faxina, graxa, laxante, lixo, puxar, roxo, vexame, xarope, xereta, xícara, xilindró, xingar, xodó
ch → bochecha, cachaça, cachimbo, cacho, capacho, chalé, cochichar, chuchu, fachada, gancho, mochila, pechincha, piche, tacho, trecho 


Formas parônimas com x e ch:

broxa (pincel; indivíduo impotente)
brocha (grampo para brochura)
coxo (manco)
cocho (recipiente para o gado)
taxa, taxar (imposto; cobrar)
tacha, tachar (tipo de prego; pôr defeito)
xá (soberano)
chá(planta)



g e j

g
 Nos substantivos terminados por agem, igem, ugem: libertinagem, vertigem, ferrugem
Exceção: pajem
Na terminação gio:
pedágio, colégio, litígio, relógio, refúgio 

j
 Vocábulos de origem tupi e africana: pajé, jiboia, jirau, moji
Na terminação aje: traje, laje, ultraje, viaje
Sempre nas derivadas de palavras com j: arranjar/arranjei, enferrujar/enferrujem,
loja/lojista, sarja/sarjeta, canja/canjica
Exceção: anjo/angélico


O uso da letra h

À letra h não corresponde nenhum fonema. Ela é usada geralmente em interjeições ou quando justificada pela etimologia ou tradução: hã, hem, ah, oh, bah, hipótese, haver, homeopata, Bahia, (mas baiano, coco-da-baía).  

 
Sarita Erthal © 2012 Design by Best Blogger Templates | Edited by Letícia E.